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2.22.2011

AMAZONIAN OILS - TUCUMA SEED BUTTER / ÓLEOS AMAZÔNICOS - MANTEIGA DE TUCUMÃ



PHYSICAL-CHEMICAL DATA AND GREASE COMPOSITION

The Tucuma seed butter is ideal for cooking. Due to their low level of free acids the refining process becomes much simpler as compared to palm oil. The high concentration of lauric fatty acid (47%) of almond tucuma seed butter qualifies it with excellent properties for use in the saponification.

POPULAR USE

The tucumã has many uses, the stone is used in handicrafts, the leaves provide a very strong fiber, which is used in baskets, and the fruit pulp is eaten raw or in the form of a juice called "wine tucuma" which is macerated with water and still in the form of ice cream. The pulp is highly nutritious containing one of the highest concentrations of pro-vitamin A beta carotene (52 mg/100 g pulp), only level equal to the value of the pulp buriti. In comparison the concentration of beta carotene in carrots is 6.6 mg/100 g pulp. Its oil is used in cooking and massage.

ECOLOGY

This species is native to the Amazon region, possibly to the state of Para, which has its center of distribution, to French Guyana and Suriname. It is a characteristic palm upland high, low vegetation cover, or even open fields. In the Amazon we highlight two varieties tucumã, the tucumã-of-Para (Astocaryum vulgare) and the tucumã-of-Amazonas (Astocaryum tucumã). The tree of tucumã-of-Pará is smaller with 10 to 15 m high, regenerates easily by having multiple stems, while the tucumã-of-amazonas can reach 25 m in height and form a single trunk. Its fruits are larger and their flesh is more meaty, less fibrous and less sweet than the tucumã-of-Pará.
The fiber palm is considered a pioneer plant of aggressive growth, fire-resistant capacity to resprout after fire and, especially, that inhabits the forests and pastures. The strength of tucumã and high productivity make this species a solution for the production of biodiesel, since the operational costs of an orderly plantation is much smaller than the palm.

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DADOS FÍSICO-QUÍMICOS E COMPOSIÇÃO GRAXA

O óleo de tucumã extraído da polpa contém 25,6 % de ácidos graxos saturados e 74,4% de insaturados, representados pelos ácidos graxos palmítico, esteárico, oléico e linoléico. Como ele é rico em ômega 3, 6 e 9, comporta-se como um excelente hidratante sendo empregado em produtos cosméticos para a hidratação da pele, loções corporais e produtos capilares para cabelos danificados. É também um excelente emoliente que apresenta alto poder de espalhabilidade. O valor do “beta caroteno” no óleo de tucumã é mais concentrado do que na polpa, atingindo o valor de 180 a 330 mg/100g de óleo.

UTILIZAÇÃO POPULAR

O tucumã possui muitas utilidades, o caroço é utilizado no artesanato, as folhas fornecem uma fibra bastante resistente, que é usado nas cestarias, e a polpa do fruto é consumida em natura ou em forma de um suco denominado “vinho de tucumã”, que é macerada com água e ainda em forma de sorvete. A polpa é altamente nutritiva contém um dos mais elevados concentrações de pro-vitamina A "beta caroteno" (52 mg/100 gr de polpa), valor só igualável à polpa do buriti. Em comparação a concentração de beta caroteno na cenoura é de 6,6 mg/100 gr de polpa. O óleo de tucumã é empregado na cozinha e em massagem.

ECOLOGIA

Esta espécie é nativa da região Amazônica, possivelmente do Estado do Pará, onde tem o seu centro de dispersão, até a Guiana Francesa e Suriname. É uma palmeira característica de terra firme alta, de cobertura vegetal baixa, ou mesmo de campo limpo. Na Amazônia se destacam duas variedades de tucumã, o tucumã-do-pará (Astocaryum vulgare) e o tucumã-do-amazonas (Astocaryum tucumã). A árvore do tucumã-do-pará é menor com 10 a 15 m de altura, regenera facilmente por perfilhar possuindo vários estipes, enquanto o tucumã-do-amazonas pode alcançar 25 m de altura e forma um tronco único. Seus frutos são maiores e a sua polpa é mais carnuda, menos fibrosa e menos adocicado do que o tucumã-do-pará.
A palmeira tucumã é considerada uma planta pioneira de crescimento agressivo, resistente ao fogo com capacidade de rebrotar após as queimadas e, principalmente, que habita as capoeiras e pastagens. As sementes demoram até 2 anos para germinar, crescem lentamente no campo e começam a produzir a partir do oitavo ano. É conhecida a existência de plantadores isolados de dendê (Elais guinensis) que já começam substituir o dendê por tucumã, mesmo sem ter apoio da pesquisa de melhoramento genético dessa espécie. A resistência do tucumã às doenças e a alta produtividade, fazem desta espécie uma solução para a produção de biodiesel, uma vez que os custos operacionais de um plantio ordenado é muito menor do que o do dendê.

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