Understanding NTFPs and people
NTFPs are used and managed in complex socio-economic and ecological environments. In traditional forest communities, many NTFPs may be used for subsistence while others are the main or only source of income. Some NTFPs have significant cultural value, as totems, incense, and other ritual items. Others have important medicinal value and contribute to the community’s health and well-being.
But as forest areas shrink, human populations grow, markets change, and traditional management institutions lose their authority, the sustainable production of many NTFPs is no longer assured. For example, as international rattan prices increased in the 1980s and ‘90s, commercial companies in Asia hired local people to harvest available resources. Widespread over-exploitation resulted and in many places the resource was destroyed, affecting the local biodiversity and leaving the people without an important source of income.
While commercial NTFPs can be of considerable value to poor people, it is important to recognize the constraints that exist outside the mere collecting and harvesting of NTFPs. Poor people are poor because they have limited access to markets, insufficient capital and generally weak bargaining power. Some NTFPs may offer employment and income generating opportunities. But realizing this potential will require investing in other areas as well, such as micro-finance schemes, transport and training. It is also important to understand how the whole NTFP chain operates, from raw material production to the final market, to identify bottlenecks and understand their potential.
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Entendendo a relação entre PFNM e as comunidades
PFNMs (Produtos Florestais Não Madereiros) são utilizados e geridos em complexos ambientes sócio-económicos e ecológicos. Em comunidades tradicionais da floresta, por exemplo, vários dos PFNMs podem ser utilizados para a subsistência, enquanto outros são os principais ou única fonte de renda. Como alguns produtos florestais não madeireiros com valor cultural significativo, como totens, incenso e outros itens de ritual. Já Outros têm valor medicinal e contribuem para a saúde da comunidade e o bem-estar da mesma.
Mas, como áreas de florestas encolhem, as populações humanas crescem, os mercados mudam, e as instituições tradicionais de gerenciamento perdem sua autoridade, a produção sustentável de produtos florestais não madeireiros não é garantida. Por exemplo, quando os preços internacionais aumentaram na década de 1980 e 90, as empresas comerciais na Ásia contrataram pessoas locais para coletar recursos disponíveis. Esta ação, generalizada como exploração em muitos lugares, fez com que o recurso fosse destruído, afetando a biodiversidade local e deixando as pessoas sem uma importante fonte de renda.
PFNMs comercializados podem ser de valor considerável para as comunidades, o importante é reconhecer as limitações que existem fora da mera coleta e colheita de produtos florestais não madeireiros. As pessoas pobres, são pobres, porque têm acesso limitado aos mercados, capital insuficiente e, em geral, fraco poder de barganha. Alguns produtos florestais não madeireiros podem oferecer oportunidades de geração de emprego e renda. Mas a realização deste potencial exigirá investimentos em outras áreas também, como o financiamento de micro-sistemas, transporte e treinamento. Também é importante entender como a cadeia de PFNMs todo funciona, desde a produção de matérias-primas para o mercado final, para identificar gargalos e compreender o seu potencial. Gerando, assim, renda e crerscimento a estas comunidades das florestas.
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